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Botelho apresenta projeto para proibir visitas íntimas a condenados por crimes hediondos
“Mantenho totalmente a minha proposta de evitar encontro íntimo entre preso e companheira. Eu conheço caso e o pessoal do sistema prisional passou para gente que tem caso que o cara mata a mulher aqui e casa lá dentro. Se matou mulher, se ele foi condenado a 20 anos, ele não pode receber visita íntima durante os 20 anos que ele estiver lá. Se ele cometeu estupro, também não pode. Assim para podofilos. Esses psicopatas não têm cura”, afirmou o deputado.
A proposta destaca que a visita íntima não é um direito absoluto do apenado e que, em diversos países, essa modalidade sequer é permitida. Nos Estados Unidos, por exemplo, os presídios federais não autorizam visitas íntimas, e apenas quatro Estados ainda mantêm essa prática.
De acordo com Botelho, a medida tem objetivos punitivo-pedagógicos e busca impedir que criminosos condenados por delitos graves desfrutem de benefícios incompatíveis com a gravidade dos atos.
“A privação de relações sexuais deve fazer parte do cumprimento da pena, protegendo o bem jurídico violado pelo próprio criminoso”, destaca a justificativa do Projeto de Lei.

“Esses psicopatas não têm cura”, diz Botelho ao defender projeto que proíbe visitas íntimas a condenados por crimes hediondos
O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), deputado Eduardo Botelho (União), disse que vai manter o projeto de lei que quer proibir que condenados pelos crimes de feminicídio, estupro e pedofilia tenham visita íntima. O parlamentar defende que o condenado seja impedido do benefício enquanto estiver no sistema prisional e ainda afirmou que criminosos que cometem esse tipo de delito “não têm cura”.
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