Mauro comenta rejeição a Lula: “quando um governo vai mal, a oposição se vangloria, mas o povo sofre”

O governador Mauro Mendes (UNIÃO) utilizou seu discurso durante um evento para prefeitos no Cenarium Rural, em Cuiabá, nesta terça-feira (18), para comentar a queda na aprovação do governo do presidente Lula (PT). Pesquisa Datafolha apontou queda da aprovação do governo para 24%.

Leia também
Sessão na Câmara é suspensa em meio a “quebra-pau” de vereadores: “com Abílio é um leão, mas com Emanuel era um gatinho

Mendes incentivava os gestores municipais a tomarem decisões difíceis no início de seus mandatos, citando que medidas impopulares no presente podem gerar resultados positivos no futuro, quando lembrou do petista. 
O governador sugeriu que as escolhas do governo federal seriam responsáveis pela queda na popularidade de Lula. Mendes se disse preocupado com a situação do país, afirmando que, como governador e brasileiro, lamenta o cenário atual.
“Não adianta fazer como nós estamos vendo hoje no Brasil, depois de dois anos do atual governo, e eu lamento profundamente, como governador e como brasileiro, nós ganhamos um presidente que está caindo na sua avaliação. Eu gostaria muito que ele tivesse com 80, 90% de aprovação, porque se assim não fosse, era um sinal que o Brasil estava muito bem, para a minha alegria e da grande maioria dos brasileiros”, declarou.
Mendes também destacou que, quando um governante tem desempenho ruim, a oposição pode até se vangloriar, mas é o povo quem sofre as consequências. De acordo com Mauro, ter responsabilidade fiscal é ter condições de investir. Ele exemplificou com investimentos na educação. 
“Quando um governante vai mal, a oposição se vangloria, até comemora, mas o povo sofre, o povo chora e o povo padece. Então, o que nós temos que fazer é tomar decisões corretas para que a gente construa um presente e um futuro melhor nesse país, mas nesse estado de Mato Grosso”, afirmou.
Ainda segundo Mendes, o país tem desafios importantes que, ao longo dos anos, não foram corretamente enfrentados pelo Estado brasileiro. Ele enfatizou que isso não é uma crítica a presidente ou a partidos políticos.
“Quando nós assumimos em 2019, éramos a 22ª pior educação entre os estados brasileiros. Já temos um salto para o oitavo lugar e não tenho dúvida que no IDEB deste ano nós estaremos entre as cinco melhores educações do país”, pontuou. 
“É um problema estrutural da política brasileira e do Estado brasileiro. Nós precisamos compreender, se não tivermos capacidade de fazer um diagnóstico verdadeiro desses grandes problemas do país, enfrentá-los de verdade, nós caminharemos por um naufrágio breve e iminente da economia, arrastado pelo governo brasileiro”, finalizou. 

Fonte


Publicado

em

por

Tags: