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“Foi feito o convencimento de que eles saíssem do mercado e ao todo tempo foi mostrado para eles um sonho, um lindo mercado que seria construído em que eles poderiam voltar para lá tendo a oportunidade de escolher os melhores locais. Eles recebem hoje um auxílio aluguel de R$ 35 o metro quadrado e foi apresentado para eles que a previsão do retorno deles é para um aluguel de R$ 110 o metro quadrado mais um condomínio de R$ 80 o metro quadrado”, comentou.
“Ou seja, quem tinha uma loja de 100 metros quadrados, como era o caso do seu Sebastião, está recebendo R$ 3,5 mil de auxílio aluguel e pode ser que ele vai ter que pagar R$ 18 mil, R$ 19 mil, ainda tem o fundo do final de ano, isso impossibilita que eles voltem”, complementou.
Segundo Maysa, o contrato com a CS Mobi não especificava os valores do aluguel para o retorno dos permissionários, o que só foi informado depois que a obra começou. A empresa alegou que os valores altos são justificáveis pela valorização do local, que será transformado em um “shopping center”, mas a vereadora discorda da explicação.
Ela explica que no total, apenas 16 permissionários serão autorizados a retornar ao Mercado Miguel Sutil, uma escolha baseada nos impostos em dia. Dez comerciantes foram excluídos do processo devido à falta do recolhimento de imposto.

Maysa denuncia promessa de ‘sonho’ quebrada no Mercado Miguel Sutil; aluguel altíssimo pode excluir permissionários
A vereadora Maysa Leão (Republicanos) acusou a empresa CS Mobi de ter vendido um falso “sonho” aos permissionários do Mercado Municipal Miguel Sutil e destacou que a maioria não terá condições de retornar ao local devido aos altos custos de aluguel.
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