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Campos informou que as empresas que compõem o consórcio estão reunidas com a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) para tratar da rescisão amigável do contrato. O advogado classificou esta quinta-feira como um “Dia D” para a definição dos termos do acordo. Ele destacou que há a possibilidade de o consórcio concluir os trechos já iniciados na Avenida do CPA, enquanto o Estado realiza novas licitações para as demais frentes na capital.
“Estamos exatamente finalizando as negociações com o Estado de Mato Grosso, para que possamos, de forma consensuada e atendendo o melhor interesse público, chegar a um bom termo para que não haja maiores prejuízos, tanto para a população quanto para a efetiva continuidade das obras públicas”, afirmou o advogado. Segundo ele, as informações técnicas ainda não podem ser divulgadas porque o acordo está em fase final de negociação.
O consórcio BRT foi notificado pelo governo estadual sobre a rescisão unilateral do contrato, que envolve uma obra de quase R$ 500 milhões. O grupo apresentou sua defesa e, a partir disso, surgiu a possibilidade de um destrato amigável. Campos ressaltou que o processo é complexo e requer prudência. “Nós estávamos tentando fechar o acordo até as 21h de ontem e fomos convocados para estar na Sinfra hoje às 8h”, explicou.
O advogado garantiu que o consórcio retornará à ALMT para prestar esclarecimentos à população assim que a negociação for concluída. Segundo ele, o consórcio está à disposição para esclarecer dúvidas, mas ainda não há definições formais sobre o futuro das obras. “A retomada das obras se dará naquilo que tem pendência e que já foi iniciado pelo consórcio. Mas qualquer informação antes da formalização do acordo não representará a realidade”, concluiu.

Audiência sobre obras do BRT é adiada a pedido de Consórcio para conclusão de negociação com o Estado
A audiência pública da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para discutir as obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande, prevista para esta quinta-feira (27), foi adiada. O requerente do debate, deputado Lúdio Cabral (PT), atendeu ao pedido do advogado Leonardo Campos, representante do Consórcio Construtor BRT, que justificou a necessidade de finalizar negociações com o Estado sobre a rescisão contratual.
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