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Ele afirmou que seus colegas se equivocaram ao serem contrários à proposta e reforçou que há respaldo legal para a iniciativa.
Segundo ele, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) esclareceu que, se o município oferecer uma contrapartida financeira, é legal que os professores e demais profissionais se alimentem com a merenda escolar.
“O município hoje arca com mais de 68% dos custos da alimentação escolar. Não há vício de iniciativa nem geração de novos gastos. O que propomos é que os profissionais da educação possam consumir as sobras dos alimentos já adquiridos”, explicou.
Dídimo rebateu as alegações de que a aprovação do projeto poderia resultar na perda de recursos federais e destacou que a recomendação do FNDE é justamente promover a integração entre professores e alunos durante a alimentação.
“Muitos diziam que precisava ter uma fonte separada ou um espaço exclusivo para os professores se alimentarem. Isso não é verdade. O FNDE recomenda essa convivência entre educadores e estudantes”, afirmou.
O vereador disse ainda que a maioria dos parlamentares que antes rejeitaram a proposta já reconheceram o erro e estão dispostos a aprovar o projeto agora.

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