Fávaro diz que suspensão do Plano Safra também ocorreu no governo Bolsonaro, mas Lula resolveu em um dia

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), afirmou nesta sexta-feira (28) que a suspensão temporária do Plano Safra na semana passada ocorreu devido à alta da taxa Selic e à não aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA). Ele destacou que situação semelhante aconteceu no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas que, à época, o problema se arrastou por três meses, enquanto a atual gestão solucionou a questão em menos de um dia.

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A declaração foi dada durante entrevista à Rádio 104 FM, de Rondonópolis. “O governo federal está vivendo de 1/12 avos do orçamento de 2024, pois o Congresso ainda não votou o orçamento de 2025. O Tesouro Nacional precisou tomar providências e interromper temporariamente novas contratações de financiamentos do Plano Safra. Mas, diante dessa situação, o presidente Lula agiu rapidamente e publicou uma Medida Provisória (MP) liberando R$ 4,18 bilhões em crédito extraordinário para evitar a descontinuidade do programa”, afirmou Fávaro.
O ministro ressaltou que, apesar do impasse orçamentário, o governo e o Congresso têm mantido boa relação, citando aprovações recentes como a Reforma Tributária. Ele também lembrou que, em 2022, sob a gestão de Bolsonaro, o Plano Safra ficou paralisado por três meses devido ao mesmo problema de falta de orçamento para equalização da taxa de juros.
“No governo passado, foram três meses sem funcionamento do Plano Safra. Agora, em um dia, o presidente Lula tomou a decisão de garantir a continuidade do programa. Isso demonstra compromisso com o setor agropecuário”, concluiu Fávaro.

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