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“Defendo que seja um partido independente. Se for algo positivo para o país, deve apoiar o presidente e essa gestão, pois não podemos votar contra o Brasil. Mas, se for prejudicial aos estados brasileiros, devemos nos posicionar contra”, disse em entrevista ao podcast Broadcast, da Agência Estado.
Mendes, que também compõe o diretório e a Comissão Executiva Nacional do União Brasil, criticou a prática de negociação de cargos em troca de apoio político, classificando-a como “velha política”. Ele reforçou que as decisões da legenda precisam estar alinhadas com o interesse nacional.
Atualmente, o União Brasil está à frente de três ministérios no governo Lula: Turismo (Celso Sabino), Comunicações (Juscelino Filho) e Integração e Desenvolvimento Regional (Waldez Góes).
Apesar disso, Mendes afirmou que a participação do partido na gestão federal não deve estar atrelada à ocupação de cargos. “Pode até ter um cargo lá, o que não pode é trocar esses cargos por apoio ou por uma atuação que, em muitos casos, não representa as melhores escolhas para o país”, declarou.

Mauro defende independência do União Brasil e questiona troca de cargos por apoio
O governador Mauro Mendes defendeu que o União Brasil, partido do qual é presidente regional, adote uma postura de independência em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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