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Jayme já manifestou interesse em disputar o governo, mas a tendência dentro da base aliada é que o vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), seja o nome escolhido para a sucessão de Mendes.
“Quem vai definir a candidatura, se nós vamos caminhar de forma coligada com o Republicanos, será o quê? O União Brasil. Entretanto, o União Brasil também tem bons nomes e agora, na entrada do Tribunal de Justiça, o governador disse pra mim: ‘Olha, precisamos, semana que vem, promover uma reunião pra nós conversarmos’. Ótimo! Não sei o que está acontecendo, mas vai andar”, disse Jayme em entrevista durante a posse de Deosdete Cruz Júnior como desembargador do Tribunal de Justiça.
O senador reforçou que não aceitará uma imposição sobre a escolha do candidato ao governo e defendeu um amplo debate entre as lideranças do partido para definir os rumos da legenda no próximo pleito.
“Estou preparado para ser senador, preparado para ser governador, como também para abrir mão e apoiar outro candidato, mas de uma forma democrática, de uma forma transparente. Nada daquela coisa na marra, na marra não vai. E partindo do trabalho que tenho em Mato Grosso, prefeitos, algumas centenas de vereadores, deputados estaduais, federais, senadores, nós temos que discutir”, enfatizou.
Jayme ponderou que o apoio de Mendes a Pivetta é uma posição pessoal e não uma decisão formal do União Brasil. A reunião prevista para a próxima semana deve ser o primeiro passo para alinhar as estratégias da sigla para 2026.

Reunião na próxima semana inicia discussão do União Brasil para 2026; Jayme rechaça imposição: sem cotoveladas
O senador Jayme Campos (União Brasil) afirmou que o governador Mauro Mendes, presidente do partido em Mato Grosso, o chamou para uma reunião na próxima semana para discutir a posição da sigla nas eleições de 2026. O encontro deve tratar do futuro do grupo político que atualmente comanda o estado.
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