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Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), as empresas que compõem o consórcio conseguiram comprovar as perdas que tiveram nos últimos anos devido a impasses para instalação do BRT em Cuiabá.
O governo explica que em 2023, quando a obra iria começar em Cuiabá, o então prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) dificultou a emissão do alvará para que fosse dado início à construção do modal. Uma batalha jurídica foi travada, até que a justiça e o Tribunal de Contas do Estado concederam a autorização devida.
Além disso, o consórcio ainda vai ser ressarcido pela mobilização de canteiro para a obra do BRT nas Avenidas Filinto Muller e Couto Magalhães e a reconstrução do Terminal André Maggi, em Várzea Grande, que não foram iniciados por um pedido dos empresários da região, dos vereadores e do prefeito da época Kalil Baracat (MDB).
Rescisão
A decisão de rescindir o contrato ocorreu devido ao não cumprimento reiterado das obrigações por parte do consórcio. As obras começaram em 24 de outubro de 2022 e deveriam ser entregues até 13 de outubro de 2024.
No entanto, após dois anos e três meses, apenas 18% do projeto foi concluído. Segundo o governador, mesmo com os pagamentos em dia, o consórcio não conseguiu cumprir os prazos estabelecidos.

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O Consórcio BRT vai receber do estado R$ 11,4 milhões devido a prejuízos que se acumularam devido a atrasos e mobilização de material para construção de novos pontos do modal. A medida consta na minuta de rescisão contratual amigável entre o governo e o consórcio que foi encaminhado ao Tribunal de Contas.
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