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As propostas, que têm a coautoria de todos os vereadores, foram protocoladas na última sexta-feira (7) e tramitaram em regime de urgência. A sessão foi marcada por protestos da população, que lotou o plenário da Casa de Leis na tentativa de pressionar os parlamentares pela rejeição do projeto. Apesar da mobilização, os auxílios foram aprovados.
Em nota, a Câmara Municipal de Tangará da Serra afirmou que os recursos destinados aos auxílios mencionados são provenientes exclusivamente do seu duodécimo. Diz ainda que não há qualquer impacto ou uso de recursos da Prefeitura Municipal, como os destinados à educação, saúde, obras, saneamento básico, entre outras áreas essenciais do serviço público.
“Destacamos que se fosse necessário utilizar de recursos da Prefeitura, jamais seríamos favoráveis ao projeto, que sequer existiria. Ressaltamos ainda que diversas Câmaras Municipais em todo o Brasil estão promovendo readequações semelhantes”, diz a Câmara em nota.
“Deixamos claro que não se trata de reajuste salarial e que os valores mencionados por alguns meios não estão corretos. Temos à disposição de todos no site da Câmara Municipal o que já existe e o que está sendo criado. Esclarecemos que este projeto é uma iniciativa dos 14 vereadores que também buscarão em breve a reforma do prédio da Câmara Municipal utilizando do seu próprio recurso advindo do duodécimo do poder legislativo sem mexer nos recursos da Prefeitura”.

Sob protestos, vereadores aprovam “extra” de R$ 5 mil para usar com alimentação e saúde
A Câmara Municipal de Vereadores de Tangará da Serra aprovou, na tarde desta terça-feira (11), dois projetos de resolução que criam um auxílio alimentação e um auxílio saúde, no valor de R$ 2,5 mil, totalizando R$ 5 mil para cada um dos 14 vereadores da cidade. Os parlamentares já recebem um salário mensal de R$ 10,6 mil.
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