Lúdio aposta em racha na base de Mauro e mira aliança ampla da esquerda a majoritária

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) acredita que a base do governador Mauro Mendes (União) pode se fragmentar até o início de 2026, diante do grande número de lideranças interessadas em disputar o governo e as duas cadeiras ao Senado. Diante desse possível racha, a esquerda deve aguardar os próximos movimentos do governador para, então, buscar alianças com partidos da base governista, especialmente os de centro.

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“Na verdade, a gente quer construir uma frente democrática progressista, com partidos de esquerda, de centro-esquerda, de centro e de centro-direita. Uma frente ampla. Para sustentar a reeleição do Lula. Só não entra a extrema direita”, afirmou Lúdio.
Dentro do grupo de Mauro Mendes, já manifestaram interesse na sucessão o atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o ex-senador Cidinho Santos (União) e o empresário Odílio Balbinotti Filho (sem partido). O senador Jayme Campos (União) também já indicou que pode disputar o governo do estado.
Para a disputa ao Senado, além do próprio governador, também despontam como pré-candidatos o deputado federal José Medeiros (PL) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB).
Lúdio defendeu que a esquerda tenha nomes próprios para a disputa majoritária e apontou suas preferências.
“Minha defesa pessoal é uma chapa com Zé Carlos do Pátio para governador e Fávaro para senador. E um segundo nome para senador, já que serão duas vagas em disputa”, sugeriu.
O petista também destacou que o cenário nacional pode influenciar as composições em Mato Grosso, especialmente com o debate sobre a continuidade ou modificação das federações partidárias. Segundo ele, a discussão precisa amadurecer nos próximos meses para que a esquerda consiga se organizar de forma estratégica.

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