Pré-candidato, secretário de Saúde decidirá filiação “no limite” e pensará em partido que “facilite”

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo (União), só decidirá se continua no União Brasil ou trocará a sigla por outro partido aliado ao governador Mauro Mendes (União) na data limite para troca partidária em 2026, ano que tentará, mais uma vez, uma vaga de deputado estadual. Contudo, ele deixou claro que pretende buscar um local mais adequado para a própria candidatura, diferente do que aconteceu em 2022.

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“Essa análise só vou fazer no ano que vem, no período limite para tomar essa decisão. Até lá, é muita especulação e eu tô União Brasil, trabalhando pelo União Brasil. E eu vou seguir, logicamente, o  grupo do governador Mauro Mendes entender como mais apropriado”, disse Gilberto, na tarde desta quarta-feira (19).
 
“São especulações, vão ter muitas mudanças, muita dança das cadeiras, muita conta. Eu espero estar numa agremiação que possa facilitar a minha vida e dessa vez lograr êxito”, completou. Entre as possiveis opções para 2026 estão Podemos, PRD ou Republicanos.
Em 2022, a candidatura de Gilberto  e de Beto Dois a Um foram motivo para divergências internas no União Brasil. Por um lado, Dilmar Dal Bosco (União) e  Júlio Campos (União) reclamavam que os dois secretários (à época Beto era secretário de Estado de Cultura e Esporte) tinham vantagem sobre os outros candidatos do partido.
Por outro lado, Júlio Campos exigia que Gilberto e Beto, que tinham convite para outras siglas, se mantivessem no partido para fortalecer a chapa do grupo do governador. Beto foi mais rápido, assinou a filiação junto ao PSB enquanto Gilberto foi compelido a continuar no União Brasil.
Resultado: Com mais de 28 mil votos, Gilberto foi apenas o primeiro suplente do União Brasil, enquanto Beto Dois a Um, com 26 mil votos, foi eleito na chapa do PSB.

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