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“O vereador Jeferson parece que não gosta que eu venha à Câmara. Mas, se fosse um líder de facção, talvez ele gostasse”, declarou o prefeito à imprensa nesta terça-feira (25).
A comparação feita por Abílio ocorre após a polícia descobrir que Jeferson concedeu duas moções de aplauso a Gilmar Machado da Costa, conhecido como Gilmarzinho, apontado como líder de uma facção criminosa e morto durante um confronto policial em Cuiabá na última semana.
Levantamento realizado pelo Olhar Direto revelou que o filho de Gilmarzinho trabalhou por cerca de nove meses no gabinete do vereador. O jovem, cujo nome não foi divulgado, atuou como assessor parlamentar externo, com um salário de R$ 2.250.
Sua nomeação foi publicada na Gazeta Municipal em 14 de fevereiro de 2024, com validade a partir do dia 9 do mesmo mês. Já sua exoneração foi oficializada em 19 de novembro, passando a valer a partir do dia 11, totalizando aproximadamente nove meses de atuação ao lado de Jeferson.
Questionado pela imprensa, Jeferson afirmou que “uma coisa não tem relação com a outra” e explicou que a triagem para concessão de moções de aplauso é feita por sua assessoria. Além disso, o vereador classificou Gilmar como um “líder comunitário”.
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