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Segundo ele, a aliança foi solicitada pelos próprios partidos, que, sem essa união, não teriam conseguido eleger deputados federais e corriam o risco de desaparecer.
“O PV e o PCdoB não foram uma escolha nossa. Quem pediu para se federalizar foram eles. Se não tivessem feito isso, teriam sumido. O presidente Lula jamais deixaria o PCdoB de fora, porque é um partido que esteve com ele desde 1989”, comentou.
Barranco também destacou que, para o PT, a federação não é uma necessidade essencial, mas reconhece que a tendência nacional é manter essa aliança e até ampliá-la com outras siglas de centro-esquerda.
“Na nossa avaliação, o PT poderia seguir sem a federação, não faria diferença. Mas, nacionalmente, o PCdoB e o PV precisam do PT. O que temos discutido é a possibilidade de ampliar essa federação com outros partidos, como o PDT e o PSB, que já demonstraram interesse no passado”, disse.
O petista acredita que o cenário político pode favorecer essa ampliação, principalmente após movimentos como a fusão do PSDB com o PSD e a formação da federação entre União Brasil e PP.

Barranco diz que federação com PV e PCdoB não foi escolha do PT: sem isso, eles teriam sumido
O presidente do PT em Mato Grosso, Valdir Barranco, afirmou que a federação com o PV e o PCdoB não foi uma escolha do partido, mas sim uma necessidade para evitar a extinção das siglas.
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