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Embora reconheça que os municípios integrantes perdem com o enfraquecimento do consórcio pela saída de Cuiabá, Bortolin pediu respeito aos argumentos do prefeito, especialmente em relação a aquisições e compras de medicamentos e equipamentos com possível sobrepreço apontados pelo próprio prefeito.
“Tem que se respeitar a decisão do prefeito, até porque ele tem a legitimidade de entender se o consórcio é viável ou não”, disse.
“Agora, é claro que o consórcio perde poder de demanda, principalmente nas aquisições públicas, nas contratações, porque Cuiabá, sem dúvida, é o município que tem a maior população do Estado. Então, automaticamente, ele tem um peso muito significativo quando nesse levantamento de demanda, resposta de IRP, para poder prospectar um grande processo”, continuou.
No início deste ano, Abilio anunciou que Cuiabá seria retirada do consórcio por suposta falta de transparência na compra de medicamentos.
Na época, sugeriu a ideia de um novo consórcio liderado por Cuiabá, em parceria com Várzea Grande e Rondonópolis, municípios também governados por prefeitos do Partido Liberal (PL). A ideia foi inicialmente rejeitada pelo prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira.
Na última semana, Abilio negou ter agido para formar um consórcio exclusivamente com prefeitos do PL. Ele disse que a coincidência é que os prefeitos eleitos nesses três municípios são do PL.
Abílio defendeu que o consórcio seja formado pelos grandes municípios e que os pequenos possam aderir, mas sem a possibilidade de presidir ou administrar. Atualmente, o Cirvasc é presidido pelo prefeito de Nobres, Zé Domingos (UNIÃO), cidade com cerca de 15.492 habitantes, segundo o IBGE.

Presidente da AMM cita possível sobrepreço e defende decisão de Abilio de retirar Cuiabá de consórcio de Saúde
O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, afirmou que é preciso considerar os argumentos que levaram o prefeito Abilio Brunini (PL) a retirar Cuiabá do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Rio Cuiabá (Cirvasc).
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