Abilio provoca Emanuel após citação em CPI: ‘eu recebo a polícia em casa para almoçar, ele recebe às 6h da manhã’

O prefeito Abilio Brunini (PL) respondeu às provocações do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) feitas durante a oitiva do emedebista na CPI do Estacionado Rotativo, na Câmara Municipal de Cuiabá, nesta segunda-feira (7). O ex-prefeito chegou com uma camiseta escrito “quem não tem visão da casa pronta, não suporta a obra”. 

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Em um tom também de provocação e ironia, o atual gestor disse nesta terça que ambos têm formas muito diferentes de enxergar a administração pública. “A minha visão, por exemplo, é que eu venho à Câmara porque quero, ele vem porque é convocado. Eu recebo a polícia na minha casa para almoçar, ele recebe às 6 horas da manhã”, ironizou, em referência a um dos horários que a polícia costuma deflagrar operações.
“Pelo menos eu tomei posse, estou na gestão, enquanto ele, por um determinado período de tempo, foi proibido de entrar e a esposa dele proibida de ficar lá [na Prefeitura] também”, disse em referência a operações policiais que culminaram no afastamento de Emmanuel por duas vezes da prefeitura. 
O prefeito avaliou que as perguntas feitas pelos parlamentares “foram boas”, já que abordaram as principais dúvidas a respeito do contrato firmado durante a gestão do ex-prefeito com a CS Mobi. 
Pinheiro foi questionado sobre o parecer contrário da procuradora em relação ao aditivo do contrato e sobre uma suposta dívida de R$ 9 milhões.
“Perguntaram para ele, por exemplo, porque ele deixou uma dívida de 9 milhões, já que ele é o pai da criança, como ele disse, mas ele não pagou 2023 e não pagou 2024 todo o tempo que estava. É um pai ausente”.
Na avaliação da vereadora Michelly Alencar (UNIÃO), Emanuel zombou do trabalho dos parlamentares, tratou a CPI como um palco para seu show pessoal e fugiu de perguntas objetivas.
“Emanuel jamais demonstrou consideração pelo Parlamento. Em sua gestão, sequer participou da posse da legislatura e nunca valorizou o papel desta Câmara, nem mesmo quando era obrigatório”.
 

 

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