Fávaro elogia Natasha, mas diz que monitora outros nomes no arco de alianças: ‘é momento de construção sem imposição’

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, admitiu nesta segunda-feira (7) a possibilidade da médica Natasha Slhessarenko ser o nome do Partido Social Democrático (PSD) para concorrer ao governo do Estado em 2026. 

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Embora tenha feito elogios ao nome da médica, o ministro afirmou que essa candidatura pode ser ocupada, por exemplo, por nomes do arco de aliança e até de partidos aliados, mas “sem nenhum tipo de imposição”. 
“Ela é um grande nome, é uma médica, uma empresária, uma pessoa muito dedicada, que se apresenta para a política, nós precisamos de pessoas de bem, que se apresentem para a política, mas sem nenhum tipo de imposição. Nós temos outros nomes no arco de alianças e partidos políticos aliados e nós vamos estar discutindo isso na hora certa, no momento certo”, disse nesta segunda-feira (7), em Várzea Grande, no lançamento de entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida. 
“É o momento da construção de oportunidades, sem nenhum tipo de imposição. Posso ter certeza que nós temos bons nomes a serem apresentados e nós temos, de forma muito tranquila, conversando internamente, também conversando com a população, para apresentar um projeto robusto, alternativo, de crescimento econômico, mas, fundamentalmente, com inclusão social”, continuou. 
Ele destacou que apesar de ser um Estado rico, Mato Grosso ainda comporta “grandes desigualdades”. E esse é um dos problemas que uma eventual candidatura do arco de alianças do PSD deve atacar em 2026, diz Fávaro. 
No mesmo evento, a médica afirmou estar pronta para a corrida eleitoral e defendeu uma campanha aberta, focada em combater a polarização política que, segundo ela, cansa a maior parte da população.
Questionada sobre a possibilidade de carregar a bandeira do presidente Lula ou conduzir uma campanha mais aberta nas próximas eleições, Slhessarenko respondeu indicando a segunda opção. 
“Uma campanha aberta, trazendo todos para a campanha”, disse, argumentando que a população está exausta da polarização entre direita e esquerda e que deseja por soluções para problemas práticos como saúde, educação, infraestrutura e habitação.  “A maior parte da população está com medo, especialmente nós mulheres, de morarmos no Estado, campeão de feminicídio”, pontou.

 

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