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“Abilio é autêntico e não tem rabo preso, seja com o partido, seja com o Wellington. Acho que ele vai entrar nessa discussão. O Wellington é um grande senador, tem mais quatro anos. Que ele continue no Senado, defendendo o nosso Estado e as pautas importantes para o país. Acredito que, se o PL não vier, o Abilio possa ser um grande nome, um grande apoio que o Pivetta possa contar nas eleições do ano que vem”, afirmou Diego, em entrevista à imprensa.
As declarações ocorrem após o jantar realizado na noite de terça-feira (8), na propriedade do empresário Eraí Maggi, que consolidou Pivetta como pré-candidato único do grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O encontro reuniu lideranças estaduais, federais e empresariais, como o próprio Mauro, o ex-ministro Blairo Maggi (PL), o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), e o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.
Apesar de reconhecer que o PL tem sinalizado intenção de lançar candidato ao Paiaguás, Diego acredita que o cenário ainda está em construção e será definido a partir das negociações partidárias. “Quase todos os partidos que você perguntar hoje vão dizer que têm um pré-candidato, até porque isso faz parte do processo político. Agora, ser candidato é outra coisa. Acho que o Wellington é bem aliado do governo Mauro e do Pivetta, tem bom diálogo, assim como o PL. Os deputados do PL aqui na Assembleia são base do governo. Acredito que as conversas vão se afunilar e há sim a possibilidade do PL não ter candidato e apoiar o Pivetta”, avaliou.
O deputado também voltou a defender a continuidade do projeto iniciado em 2019 com Mauro Mendes. Segundo ele, a candidatura de Pivetta é a mais viável para manter o atual modelo de gestão. “A viabilidade do Otaviano é bem maior do que qualquer outro pré-candidato, especialmente porque acredito que a população mato-grossense, reconhecendo o trabalho feito nos oito anos de Mauro e Pivetta, vai querer mais quatro anos desse bom governo”, pontuou.
Sobre a conjuntura nacional, Diego reiterou que o Republicanos — partido de Pivetta — deve se alinhar à direita e manter proximidade com projetos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que é cotado como possível presidenciável em 2026. Para ele, esse alinhamento tende a se refletir também no cenário estadual. “Há uma tendência de estarmos juntos aqui no Estado com o nome do Pivetta. E mesmo que isso não ocorra nacionalmente, acredito que o Otaviano não recua. É um nome que precisa estar à disposição para avaliação da população”, concluiu.
O jantar da última terça-feira foi considerado pelos aliados como ponto de partida para a construção de uma candidatura única da base aliada em 2026. A expectativa do grupo é repetir a hegemonia conquistada nas últimas eleições e evitar divisões internas, como ocorreu em 2024, na disputa pela prefeitura de Cuiabá.

Diego Guimarães defende apoio de Abilio e vê chance de recuo do PL em favor de Pivetta ao governo em 2026
O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) defendeu, nesta quarta-feira (9), que o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), integre a aliança em torno da pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso em 2026. Apesar de o PL articular candidatura própria, o parlamentar avalia que há espaço para composição, inclusive com possível recuo do senador Wellington Fagundes (PL), principal nome da sigla cotado para a disputa.
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