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Segundo ela, o impacto do pagamento das férias terá um custo de R$ 30 milhões e será necessário fazer um remanejamento para garantir o pagamento. “Se não tivesse R$ 30 milhões de dívida, nós nem estaríamos discutindo se ele iria pagar ou não as férias do recesso”, disse em entrevista nesta terça-feira (14), na Câmara de Vereadores.
“Então o problema não é as férias deste ano ou dos anos vindouros”. “O problema é: ele não tem como pagar desse ano por conta da dívida de 30 milhões e por isso [é necessário] uma renegociação para que a gente tire um dinheiro de algum outro lugar, algum outro fundo, alguma secretária, algum outro orçamento para que a gente consiga pagar o retroativo e o impacto desse ano que é em torno de R$ 6 milhões”
Nesta segunda-feira, o prefeito Abilio Brunini (PL) anunciou a retirada de pauta do projeto de lei que previa a readequação do pagamento de férias dos profissionais da Educação.
A decisão foi comunicada durante apresentação do balanço dos seis primeiros meses de gestão na Câmara Municipal, onde o chefe do Executivo detalhou a situação financeira da prefeitura e afirmou que vai buscar alternativas para lidar com o passivo herdado da gestão anterior.
A proposta previa que os 15 dias de recesso escolar do meio do ano voltassem a ser considerados como recesso, e não mais como férias, mudança estabelecida por lei aprovada em 2020, na véspera das eleições, sem que jamais tivesse sido aplicada integralmente, segundo o prefeito.
O texto tinha como objetivo limitar o pagamento do adicional de 1/3 de férias aos 30 dias do fim de ano, reduzindo uma despesa anual de aproximadamente R$ 9 milhões.

Vereadora diz que discussão sobre férias de professores se deu por dívida de R$ 30 mi e defende renegociação
A vereadora e vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara de Cuiabá, Michelly Alencar (UNIÃO), afirmou que a discussão sobre pagamento de férias acumuladas de professores só está em evidência devido à dívida de R$ 30 milhões da Prefeitura Municipal com com profissionais da educação.
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