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Segundo a Folha, o Cuyaba Golden Hotel, de propriedade de Fernando Robério de Borges Garcia, teria recebido R$ 15 milhões do fundo Golden Bird, que foi abastecido com recursos de um acordo de R$ 308 milhões entre a Oi e o Governo de Mato Grosso.
“Não houve qualquer empréstimo realizado pelos fundos citados na reportagem à Engeglobal, como já declarado oficialmente pelos próprios fundos”, afirma a nota.
O comunicado acrescenta que a reportagem “apresenta uma narrativa mentirosa e que estranhamente foi publicada mesmo após a empresa e os fundos terem negado à Folha a existência de qualquer empréstimo junto à construtora”.
“A matéria afirma que o fundo Golden Bird adquiriu créditos da Oi. Essa afirmação é falsa. Os comprovantes de pagamento realizados pelo Governo do Estado demonstram que tais créditos foram adquiridos por outros fundos”, trecho da nota.
Com relação à reportagem, a Engeglobal afirma que buscará na justiça “o direito de ter esclarecida a verdade dos fatos”.
Veja a íntegra da nota

Engeglobal rebate reportagem da Folha de S. Paulo e afirma que não fez empréstimo com fundos
A empresa Engeglobal Construções divulgou uma nota afirmando que não realizou empréstimo com os fundos mencionados em reportagem da Folha de S. Paulo publicada nesta quinta-feira (18) sobre a construção de um hotel de luxo em Cuiabá.
A Engeglobal vem a público esclarecer que a reportagem publicada nesta sexta-feira (18) pela Folha de S. Paulo, intitulada “Verba de MT irrigou fundo para hotel de luxo em Cuiabá”, apresenta uma narrativa inverídica, desconexa, sem provas concretas e publicada mesmo após a empresa ter negado a folha ter recebido qualquer empréstimo dos fundos mencionados pela reportagem.
É necessário destacar com absoluta clareza que:
• Não houve qualquer empréstimo realizado pelos fundos Golden Bird, Silver Bird ou pela Positiva Investimentos à Engeglobal, como já declarado formalmente pelos próprios fundos citados na matéria e pela empresa Engeglobal;
• O próprio pedido judicial que menciona a possibilidade de empréstimo deixou claro que a operação nunca foi efetivada, como consta nos autos que o jornal disse ter tido acesso: “não se concretizou por desarranjos comerciais no momento da sua perfectibilização”.
Ainda sobre a reportagem, é necessário ressaltar que ela apresenta uma série de alegações que não se sustentam:
• A matéria afirma que o fundo Golden Bird registrou em seu balanço a posse de créditos da Oi. No entanto, os documentos e os comprovantes de pagamento realizados pelo Governo do Estado demonstram que tais créditos foram adquiridos por outros fundos — especificamente, os fundos Royal Capital e Lorre Word — o que comprova que o Golden Bird não adquiriu créditos da Oi.
• A Matéria ainda alega que os recursos da Oi chegaram a Engeglobal por que houveram meras autorizações aos Fundos Golden Bird e Positiva Investimentos de emprestar recursos para a Engeglobal no âmbito do processo de recuperação judicial da empresa. Acontece que a própria matéria registra que ambos os fundos confirmaram que nunca realizaram qualquer empréstimo a Engeglobal.
Em resumo a matéria traz um alegação falsa de que um fundo que comprovadamente não comprou créditos da oi, emprestou recurso para a Engeglobal através de empréstimos que, segundo os próprios fundos, nunca aconteceram.
Com relação a reportagem, a engeglobal buscará na justiça o direito de ter reestabelecida a verdade dos fatos.
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