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Segundo o correligionário da prefeita, a gestão municipal tem falhado no diálogo com a base e privilegiado adversários políticos da campanha de 2024.
“Você dar prioridade aos que foram contra, que desceram sarrafo na campanha toda, e eles têm prioridade? Se tivesse um auditório hoje, o PL se sentaria nas últimas cadeiras, o MDB e o União nas primeiras. Todos os vereadores merecem respeito, os 23”, declarou.
O vereador destacou que, apesar de manter alinhamento com algumas pautas da prefeita, não concorda com todas as decisões e não pretende adotar postura subserviente.
“Não vou ficar pedindo bênção o tempo todo. Sempre preguei que a Câmara não é puxadinho do Executivo. Não sou funcionário da Flávia, não sou funcionário do Tião, então vou fiscalizar e fazer o meu trabalho”, disse.
Caio relatou que suas indicações na administração se limitam a cargos técnicos, como enfermeiros, técnicos de enfermagem e serviços gerais, sem participação em nomeações estratégicas ou políticas. Ele também cobrou mais rigor na fiscalização de contratos, citando a empresa União Transporte como exemplo.
“Quero apenas que cumpra o contrato. No contrato diz que tem multa e essas multas não estão sendo aplicadas. Precisa notificar e multar a empresa”, pontuou.
Ele também reclamou da dificuldade de conseguir reuniões e articulações com a prefeita para tratar de demandas.
“Para conseguir uma reunião, uma articulação de emenda, tenho que ficar mendigando durante um mês. Eu sou independente. Se o dia que estar no mesmo partido cercear minha atividade, tchau, obrigado”, afirmou, acrescentando que não é pré-candidato a deputado estadual.

Vereador do PL se declara independente e critica prioridade a aliados de Kalil: não vou pedir benção, não sou funcionário dela
O vereador por Várzea Grande Caio Cordeiro (PL) afirmou que atua de forma independente na Câmara Municipal e fez críticas à postura da prefeita Flávia Moretti (PL), alegando que ela tem dado mais atenção a parlamentares de outras siglas do que aos vereadores do próprio partido.
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