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A declaração ocorre após cumprimento de novo mandado de busca e apreensão no Legislativo da capital, no âmbito da Operação Perfídia, que investiga suposta cobrança de propina por parlamentares. Segundo Ananias, a situação de Chico 2000 no partido não tem relação com as investigações conduzidas pela Polícia Civil.
“Primeiramente, a questão de investigação é totalmente desassociada da questão política. Ele solicitou a anuência do partido para poder se afastar, mas havia dito que continuaria na base. Recebeu essa carta assinada pelo presidente Valdemar, por mim e pelo presidente Benedito Lucas. Portanto, já estava desvinculado do PL por obrigação dessa carta”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de cassação, Ananias foi categórico ao afirmar que não existe qualquer processo nesse sentido na Câmara de Cuiabá.
“Cassação é um procedimento político. Não existe esse posicionamento de dizer se é bom ou ruim. Até porque, pelo que eu saiba, não existe um processo de cassação dele dentro do Poder Legislativo Municipal”, completou.
A nova fase da Operação Perfídia foi deflagrada na terça-feira (29) pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor). Policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na sede da Câmara de Cuiabá, sem especificar em qual gabinete. Chico 2000 e o vereador Sargento Joelson (PSB) estão afastados desde abril por ordem judicial, sob acusação de terem solicitado propina para aprovação de projeto que beneficiaria uma empresa contratada pelo município.

Ananias diz que Chico 2000 já tinha carta de anuência para deixar PL e descarta processo de cassação
O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, afirmou que o ex-presidente da Câmara de Cuiabá, vereador afastado, Chico 2000, já estava “desvinculado” da sigla desde fevereiro deste ano, após receber carta de anuência assinada pelas lideranças partidárias.
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