Famílias de pessoas desaparecidas podem fazer coleta de DNA sem custo

Começou nesta terça-feira (5) a campanha nacional de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A iniciativa busca ampliar o banco nacional de perfis genéticos e facilitar a identificação de pessoas desaparecidas. Em Campo Grande, só em 2025, já foram registradas 295 ocorrências.

coleta de dna de pessoas desaparecidas
A coleta já está sendo feita (Foto: Osvaldo Nóbrega)

No estado de Mato Grosso do Sul, duas pessoas já foram encontradas através do cruzamento de perfis genéticos com restos mortais não identificados. Conforme o delegado Rodolfo Daltro, 90% foram solucionados, mas ainda existem 9 pessoas sem paradeiro. Em geral, idosos e pessoas com histórico de uso de drogas e alcoolismo são os mais comuns.

Para participar da campanha, os familiares da pessoa desaparecida devem ter um boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil e apresentar documentos pessoais no momento da coleta do material genético. 

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A campanha vai até o dia 15 de agosto, mas após essa data, as coletas vão continuar sendo feitas ao longo do ano nas unidades de polícia científica aqui em Campo Grande e em 14 cidades do estado.

Na campanha do ano passado, segundo os coordenadores, houve a coleta de 1.645 amostras e a identificação de 38 pessoas em vários estados. 

A coleta é feita na sede do IALF – Instituto de Análises Laboratoriais Forenses. Av. Senador Filinto Muller, 1530 – Vila Ipiranga, de segunda à sexta, das 07h30 às 17h30.

Em outras cidades do estado, a lista pode ser acessada aqui.

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