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“Davi Alcolumbre precisa cumprir seu papel constitucional e dar andamento aos pedidos que estão engavetados. Ele foi eleito por todos nós, precisa pautar esse pedido, ouvir os pares e não atender apenas aos interesses do governo”, declarou Wellington.
A ocupação simbólica da mesa diretora do Senado foi organizada por parlamentares da oposição que são contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ele quebrar as cautelares impostas pelo STF durante os manifestos de domingo (3). Segundo Fagundes, o ato teve como objetivo pressionar o presidente da Casa a retomar o diálogo com os senadores que têm sido ignorados na pauta.
“O Senado deve zelar pelo equilíbrio entre os Poderes e não pode se omitir diante de solicitações legítimas. O Senado deve ser a casa da democracia, do diálogo, onde o presidente da Casa exerce sua liderança ouvindo os senadores”, disse o mato-grossense.
Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Wellington também criticou o atual momento institucional, que chamou de “momento de exceção”. “Não podemos aceitar que um único Poder queira se sobrepor aos demais. Essa manifestação não é contra as instituições, mas uma defesa do pleno funcionamento da democracia e da independência entre os Poderes.”
Wellington Fagundes foi o primeiro senador de Mato Grosso a assinar o pedido de impeachment de Moraes, protocolado pelo senador Marcos Rogério (PL-RO) em setembro de 2024. Nesta semana, após a prisão de Bolsonaro, a senadora Margaretha Buzzetti (PSD) e o senador Jayme Campos (União) também assinaram o pedido.

Wellington cobra Alcolumbre por pedidos engavetados contra Alexandre de Moraes e acusa Senado de omissão
O senador Wellington Fagundes (PL), líder do bloco Vanguarda, cobrou publicamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por não dar andamento a pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, durante o ato de ocupação simbólica da Mesa Diretora, nesta terça-feira (5). Fagundes afirmou que Alcolumbre “não pode atender apenas aos interesses do governo” e precisa “cumprir seu papel constitucional”.
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