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Para ele, os EUA são concorrentes diretos na produção agrícola e pecuária, mas o estado se destaca por ter uma produtividade superior.
Pivetta ressaltou que os setores mato-grossenses são mais eficientes que as norte-americanas, mesmo sem os subsídios pesados concedidos pelo governo dos Estados Unidos aos seus produtores. Ele lembrou que as exportações de carne bovina para o mercado americano vinham crescendo, mas que já existem alternativas para contornar as novas tarifas.
“Curiosamente, Mato Grosso está quase livre dos Estados Unidos, porque eles são os maiores concorrentes que temos no mundo. Nós somos muito melhores do que eles. Nossa agricultura é muito mais eficiente, nossa pecuária é muito mais eficiente. Estávamos aumentando as exportações de carne para lá, mas agora já vendemos para o México, que revende para os Estados Unidos. De toda forma, Mato Grosso resolve o problema”, afirmou.
Questionado sobre a necessidade de o governo federal buscar novos mercados, Pivetta defendeu que a iniciativa deve partir dos produtores, cabendo ao poder público não criar barreiras para a atividade econômica.
“Quem tem que procurar novos mercados é quem tem produto para vender. O governo só não pode atrapalhar. Deixe o povo trabalhar, que a gente arruma negócio no mundo inteiro, não tem problema nenhum”, completou.

Pivetta diz que MT está quase livre dos EUA e que produção do estado é mais eficiente que a americana
O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) minimizou o impacto do “tarifaço” imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros importados, afirmando que Mato Grosso está “quase livre” da dependência comercial com o país norte-americano.
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