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Segundo o levantamento, Fagundes aparece com 28,9% das intenções de voto no cenário estimulado. Em seguida estão Jayme Campos (União), com 12,8%, e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 8,2%. Também foram citados o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), com 3,7%, e a médica Natasha Slhessarenko (PSD), com 2,8%. Votos nulos e brancos somaram 8,8%, indecisos 32,4% e 2,4% não responderam.
Na pesquisa espontânea, o atual governador Mauro Mendes (União), que não pode disputar um terceiro mandato, aparece com 4,8%. Em seguida, surgem Janaina Riva (MDB) – 3,5%; Wellington Fagundes – 2,4%; Otaviano Pivetta – 2,3%; Jayme Campos – 1,9%; Max Russi – 0,7%; Cidinho Santos (PP) – 0,6%; Natasha Slhessarenko – 0,5%; Abilio Brunini (PL) – 0,3%; e Blairo Maggi – 0,3%. Nulos e brancos somaram 2%, indecisos 73,6% e 7,1% não responderam.
A pesquisa também mediu cenários de segundo turno. Em disputa contra Pivetta, Fagundes teria 36% contra 10,5%. Contra Max Russi, o placar seria 38,4% a 5,5%. Contra Jayme Campos, 37,1% a 14,4%. No confronto com Natasha Slhessarenko, o senador aparece com 38,8% contra 4,8%. Em todos os casos, os percentuais de indecisos e de votos nulos ou brancos ficaram acima de 12%.
O estudo foi realizado presencialmente entre 29 de julho e 4 de agosto, com 1,2 mil entrevistas em Mato Grosso. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O universo pesquisado considera 2.516.224 eleitores registrados no estado até julho de 2025.
Disputa interna e cenário político
O nome de Fagundes chegou a enfrentar resistência dentro do PL, quando o empresário do agronegócio Odilio Balbinotti ensaiou lançar candidatura ao governo. A possibilidade foi descartada antes mesmo de ele se filiar a um partido da direita. Hoje, o senador tem como principal adversário no campo da centro-direita o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que conta com apoio do governador Mauro Mendes (União).
Agenda intensa e pré-campanha
Para o senador, a liderança na pesquisa é resultado da presença contínua no estado. “Toda pesquisa, quando a gente está à frente, ela é estimulante, mas não pode ser aquela história de ‘já ganhei’. Tem muito chão pela frente. Agora, mais do que nunca, como o meu nome já está consolidado dentro do nosso partido, tanto pelo nacional como pelo estadual, é hora de trabalhar”, afirmou.
Ele ressaltou que não restringe a atuação ao período eleitoral. “Eu não faço campanha só de quatro em quatro anos. Faço campanha todos os dias. Termina uma campanha, começa outra. É assim que eu sempre fiz”, disse, ao relatar que, no mesmo dia, cumpriria agendas em Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Brasília.
Wellington também defendeu que promessas de campanha tenham força de lei. “Se um candidato prometer, ganhar a eleição e não cumprir, tem que ser cassado, porque não pode enganar o eleitor”, declarou. O senador disse que seguirá visitando comunidades e construindo um plano de governo com participação popular.

Wellington comemora pesquisa e diz que nome está consolidado como pré-candidato ao governo pelo PL
O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou nesta segunda-feira (11), em entrevista ao Olhar Direto, que considera seu nome consolidado como pré-candidato ao governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. A declaração foi feita após a divulgação de uma pesquisa da Percent Brasil que o coloca à frente dos demais nomes testados.
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