Flávia Moretti anuncia veto a emenda que ampliava “Prêmio Saúde”; vereadores pedem permanência de Samir

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), confirmou, em reunião com vereadores no fim da tarde desta quinta-feira (14), que vai vetar a emenda ao projeto de lei complementar, que regulamenta o pagamento do “Prêmio Saúde”. A alteração aprovada pela Câmara ampliava o benefício para fisioterapeutas, assistentes sociais, farmacêuticos, psicólogos e nutricionistas. Segundo a chefe do Executivo, o município não tem condições de custear o pagamento para todas essas categorias no momento.

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Moretti afirmou ainda ao Olhar Direto que pretende enviar um novo projeto de lei nos próximos dias para contemplar parte dos profissionais incluídos na emenda.
O projeto original, enviado pela própria prefeita, previa o pagamento do “Prêmio Saúde” a médicos, cirurgiões-dentistas e farmacêuticos. A proposta foi aprovada pelo plenário da Câmara na terça-feira (12), com 19 votos favoráveis, um contrário e duas abstenções, após articulação da secretária de Governo, Carol Mello.
Durante as discussões no Legislativo, o vereador Enfermeiro Emerson (PP), único a votar contra o projeto, justificou que a proposta deixava de fora técnicos e profissionais de enfermagem, apesar de já terem recebido reajustes em razão do piso nacional. O texto aprovado estabelece critérios para o recebimento do bônus, como produtividade, pontualidade, eficiência, qualidade do serviço e comprometimento, com valores que variam de R$ 1 mil a R$ 7 mil, pagos mensalmente mediante avaliação de desempenho.
Pedido para ficar
Na mesma reunião em que anunciou o veto, Flávia Moretti também ouviu um apelo dos parlamentares para que mantenha o vereador Samir Katumata (PL) na liderança de governo. Segundo eles, a forma como foi conduzida a saída de Katumata do posto foi “ruim” e deveria ter sido tratada de outra maneira, já que ele integra o grupo político da prefeita. A prefeita, no entanto, garantiu que a troca está mantida.
A possibilidade de substituição ganhou força após Katumata se abster na votação do “Prêmio Saúde” e pelo fato de ser suplente — situação que, na avaliação do Executivo, dificultaria a articulação com outros vereadores.

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