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Segundo Gallo, a mudança no modelo de arrecadação representa um desafio histórico, já que o ICMS, principal fonte de receita e de competitividade do estado, será extinto até 2033.
“Esse novo tributo deixa de tributar a produção e passa a incidir apenas sobre o consumo. Isso faz com que percamos recursos e também a ferramenta dos benefícios fiscais que sempre garantiu competitividade à produção mato-grossense”, explicou.
O secretário destacou que a proposta envolverá ações públicas e privadas, passando por investimentos em infraestrutura logística, energética e social.
“Nós temos que ser competitivos de outras formas: com produção eficiente, excelente infraestrutura e qualidade de vida para atrair pessoas. São estradas, energia, conectividade, hospitais e escolas. Tudo isso faz parte da estratégia”, afirmou.
“Nós não paramos nem um minuto, porque esse talvez seja o plano que vai legar a Mato Grosso o desenvolvimento dos próximos 50 anos”, complementou.
Além do equilíbrio fiscal, o governo estadual também aposta na industrialização e na verticalização da produção como saída para sustentar a arrecadação e gerar empregos qualificados.
Gallo lembrou que a arrecadação da soja ultrapassou R$ 419 milhões em 2024 e que o milho, especialmente pelo etanol produzido nas usinas, já responde por cerca de R$ 2,5 bilhões em tributos.
“A indústria é fundamental para agregar valor, gerar empregos melhores remunerados e criar um ecossistema de serviços e inovação em torno da produção”, pontuou.

Gallo diz que MT33 será lançado em setembro e afirma que plano pode garantir desenvolvimento de 50 anos
O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, afirmou que o governador Mauro Mendes (União) deve lançar, na segunda quinzena de setembro, os detalhes do programa MT33, estratégia que busca preparar o estado para os impactos da Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional.
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