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Segundo o parlamentar, quatro dos 70 drenos cederam em apenas 60 dias, o último no dia 12 de agosto.
“É um cenário assustador e inédito na história da geração hidrelétrica no Brasil. Quando um dreno cede, há vazão de material sólido, o que indica risco de rompimento. A gente ainda não se sabe a extensão do dano econômico, do dano ambiental, mas a precaução trouxe a necessidade de secar essa barragem para se antecipar o eventual risco de mortes de pessoas”, destacou.
Diego criticou, no entanto, a falta de comunicação da Eletrobras com prefeitos e empreendedores da região.
“Não houve aviso prévio às cadeias econômicas que dependem do reservatório, como pousadas, marinas e pesqueiros. Uma falha grave diante da dimensão do problema”, afirmou.
Fiscalização do MPMT
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) acompanha de perto a execução do Plano de Ação Emergencial da Eletrobras. Atualmente, a UHE Colíder está classificada em nível de “Alerta”, o terceiro de uma escala de quatro.
Em reunião com representantes da empresa, promotores e procuradores reforçaram a necessidade de garantir segurança da população, transparência e preservação ambiental durante todo o processo.

Diego alerta para risco em barragem da UHE Colíder: secar a usina foi necessário para evitar mortes
O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) chamou atenção para a gravidade da situação na Usina Hidrelétrica Colíder (UHE Colíder), no rio Teles Pires, que passa por processo de rebaixamento controlado do nível do reservatório após falhas em drenos da barragem.
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