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A troca, anunciada pela prefeita na mesma reunião em que apresentou veto a um projeto, gerou críticas de parlamentares que consideraram a forma como a mudança foi conduzida “ruim” e desrespeitosa com o aliado.
Katumata disse que vê sua saída com naturalidade e ressaltou que cumpriu sua missão enquanto esteve na liderança.
“Está tudo certo. Eu acho que contribuí, fiz a minha parte no tempo em que fui líder da prefeita. Todos os projetos que ela mandou, conseguimos aprovar. Não tenho mágoa nenhuma, de forma alguma”, afirmou.
“Tenho certeza que agora o Bruno vai ter que pedalar, porque ser líder não é fácil. Aqui nós temos várias divergências, opiniões, mas pra mim está tudo tranquilo”, completou.
Segundo Katumata, a forma como sua atuação foi reconhecida pelos colegas de plenário demonstra que o trabalho foi bem executado.
“Fico feliz porque os vereadores reconheceram o meu trabalho. Se não me engano, 16 vereadores foram à tribuna falar da minha pessoa. Isso mostra união e que o trabalho foi feito da forma que pediram. Agora já deu uma amenizada, e Várzea Grande não pode parar”, destacou.
A mudança na liderança de governo foi interpretada nos bastidores como resultado da abstenção de Katumata na votação do projeto do “Prêmio Saúde” e também pelo fato de ele ocupar mandato como suplente, o que, na avaliação do Executivo, fragilizaria a articulação com os demais vereadores.

Ex-líder de Flávia diz não guardar mágoas após ser substituído: não é uma posição fácil, temos divergências
O vereador de Várzea Grande, Samir Katumata (PL), ex-líder da prefeita Flávia Moretti (PL) na Câmara, afirmou que não guarda mágoas após ser substituído na função pelo colega de partido Bruno Rios.
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