PJC: Esteticista agia como médica e limpava aparelho com detergente

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Faixada da clínica de estética Jaqueline Mayer Clinic na região do bairro Duque de Caxias, na capital

Faixada da clínica de estética Jaqueline Mayer Clinic na região do bairro Duque de Caxias, na capital

DA REDAÇÃO

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) afirmou que a esteticista e proprietária da clínica Jaqueline Mayer Clinic, em Cuiabá, interditada nesta sexta-feira (5), atuava com procedimentos permitidos apenas a médicos.

 

O estabelecimento, localizado na região do bairro Duque de Caxias, funcionava sem alvará. 

 

Durante a fiscalização na clínica, foi constatado, ainda, que a empresa não possuía Central de Materiais e Esterilização (CME), sendo a limpeza dos equipamentos realizada apenas com detergente enzimático.

 

Ainda segundo a Decon, a proprietária do local também atuava com procedimentos invasivos, privativos de realização por médicos. Ela, como esteticista, não poderia realizar. Pela conduta, a responsável pela clínica responde a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por exercício ilegal da medicina.

 

 

É a terceira empresa interditada, nesta semana, durante a ação integrada dos policiais da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e dos fiscais da prefeitura.

 

Empresas interditadas

 

Nesta semana, a Delegacia Especializada do Consumidor e a Vigilância Sanitária fecharam outras duas empresas que estavam atuando de forma irregular, entre elas uma clínica de estética e uma empresa de ambulâncias.

 

As ações realizadas nas empresas resultaram na apreensão de medicamentos vencidos, armazenados de forma irregular, importados ilegalmente, sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com venda proibida no Brasil.

 

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, destacou que serão instaurados procedimentos investigativos para apurar responsabilidades e eventuais crimes contra a saúde pública.

 

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