Arcebispo de Cuiabá apresenta a Janja projeto de cozinhas solidárias com energia limpa

O arcebispo de Cuiabá e presidente da Cáritas Brasileira, Dom Mário Antônio, levou à primeira-dama Janja Lula da Silva o projeto-piloto Cozinhas Solidárias Sustentáveis, iniciativa que une combate à fome e transição energética. A proposta foi apresentada em Brasília com apoio de ministérios e financiamento da Itaipu Binacional.

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Arcebispo de Cuiabá e Janja. (Foto: Assessoria)

O projeto prevê a instalação de sete cozinhas solidárias em diferentes regiões do país, escolhidas pela diversidade territorial e pelo potencial de gerar experiências que possam se transformar em políticas públicas. A meta é criar espaços de inovação onde soluções de energia limpa, como biogás e energia solar, substituam fontes poluentes como lenha e carvão.

Além de reduzir riscos à saúde, os sistemas de biodigestores vão permitir que resíduos orgânicos sejam transformados em biogás e biofertilizantes, agregando valor às comunidades. “A adesão a este projeto é motivo de esperança, fé e amor”, afirmou Dom Mário durante a apresentação.

Segundo o governo, o modelo alia segurança alimentar, sustentabilidade e justiça social, mostrando que cozinhas comunitárias podem ir além da oferta de refeições: elas podem ser referência de inovação em energia e fortalecimento comunitário.

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Dom Mário levou à primeira-dama o projeto-piloto Cozinhas Solidárias Sustentáveis. (Foto: Assessoria)

O que é Cáritas?

A Cáritas é uma entidade ligada à Igreja Católica, presente em mais de 200 países, que atua na promoção da solidariedade, defesa dos direitos humanos e apoio a comunidades em situação de vulnerabilidade. No Brasil, a Cáritas Brasileira foi fundada em 1956 e desenvolve projetos voltados ao combate à fome, à promoção da economia solidária, ao acolhimento de migrantes e refugiados e à preservação ambiental. A organização é reconhecida por articular iniciativas locais e nacionais em parceria com governos, organismos internacionais e movimentos sociais, sempre com foco na justiça social e no fortalecimento comunitário.

A expectativa é que a experiência dure 16 meses, sob coordenação nacional da Cáritas, e seja capaz de subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas a cozinhas solidárias em todo o Brasil.

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