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O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, preso no Paraguai após fugir do Brasil, foi entregue na noite desta sexta-feira, 26, a autoridades brasileiras, em Foz do Iguaçu. Ele foi retirado algemado de um camburão e levado por policiais paraguaios até a divisa com o lado brasileiro usando um capuz preto na cabeça. Recebido no lado brasileiro, foi colocado em um carrro da Polícia Federal e transportado. Ele pasará a noite na sede da PF na cidade.
No sábado, pela manhã, será enviado para Brasília de avião. Ele é alvo de ordem de prisão preventiva expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes determinou a prisão após a detenção de Silvinei no aeroporto de Assunção.
O ex-diretor da PF foi detido quando tentava embarcar para El Salvador com documentos em nome de outra pessoa, de nacionalidade paraguaia. Antes, Silvinei Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica em Santa Catarina e fugiu para o Paraguai.
Silvinei Vasques estava sob monitoramento desde agosto de 2024, época em que foi solto após ser preso preventivamente. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 24 anos e seis meses de prisão no último dia 16. Entre outras coisas, teria comandado blitzes ilegais nas eleições de 2022 com o objetivo de atrapalhar o fluxo de eleitores no Nordeste que tendencialmente votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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