Bolsonaro recebe atendimento médico após cair e bater a cabeça em cela

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro recebeu atendimento médico na manhã desta terça-feira (6), após relatar à equipe de plantão que sofreu uma queda durante a madrugada.

Ex-presidente Jair Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Lula Marques, Agência Brasil)

De acordo com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o político, de 70 anos, teve uma crise durante a madrugada, caiu e bateu a cabeça em um móvel na cela onde cumpre pena, na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.

O médico da PF constatou ferimentos leves e não identificou a necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação.

Em nota, a Polícia Federal informou que um eventual encaminhamento ao hospital depende de autorização do STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo apuração da TV Globo, o ex-presidente não acionou os agentes da PF imediatamente após a queda.

O ferimento no rosto foi percebido apenas no dia seguinte, quando um policial notou o corte e solicitou atendimento médico.

Após avaliação, o profissional responsável recomendou que o ex-presidente permanecesse em observação.

O episódio ocorreu seis dias após Bolsonaro receber alta hospitalar, depois de passar por procedimentos médicos para tratar uma hérnia e um quadro persistente de soluços.

Ele retornou à Superintendência da PF na última quinta-feira (1º), após nove dias de internação para a realização de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, feita no dia 25 de dezembro, sem intercorrências.

Na sequência, a equipe médica avaliou a necessidade de novos procedimentos para controlar os soluços.

No sábado (27), Bolsonaro passou por um bloqueio do nervo frênico do lado esquerdo. Já na segunda-feira (29), foi realizado o bloqueio do nervo frênico do lado direito. Segundo Michelle Bolsonaro, na terça-feira (30), o ex-presidente ainda passou por uma cirurgia de reforço.

No mesmo dia, a defesa de Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal a conversão da pena para o regime de prisão domiciliar. O pedido, no entanto, foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

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