Mercado de milho fecha em alta nas bolsas

Na B3, os contratos futuros fecharam em elevação

Na B3, os contratos futuros fecharam em elevação
Na B3, os contratos futuros fecharam em elevação – Foto: USDA

O mercado de milho registrou alta nas principais bolsas nesta quinta-feira, em um movimento influenciado pelo cenário externo, pelo câmbio e por ajustes nas estimativas de safra. Na análise da TF Agroeconômica, as cotações reagiram à combinação de dólar firme, avanço em Chicago e revisão da produção nacional.

Na B3, os contratos futuros fecharam em elevação, acompanhando o desempenho da CBOT e a valorização da moeda norte-americana. A indústria segue buscando recompor estoques em um momento de menor volume de entregas, já que parte dos produtores concentra esforços na colheita e comercialização da soja. A leve redução na estimativa de safra divulgada pela Conab também contribuiu para sustentar os preços, refletindo dificuldades climáticas em algumas regiões que podem afetar o calendário ideal de plantio da safrinha.

Diante desse cenário, o contrato março/26 encerrou o dia cotado a R$ 70,75, com alta de R$ 0,78 no dia e avanço de R$ 0,65 na semana. O vencimento maio/26 fechou a R$ 70,35, com ganho diário de R$ 0,42 e valorização semanal de R$ 0,23. Já o julho/26 terminou a R$ 68,40, alta de R$ 0,16 no dia e de R$ 0,01 na semana.

Em Chicago, o milho também avançou impulsionado pela forte demanda externa pelo produto norte-americano. O contrato março subiu 0,88%, a 431,25 cents por bushel, enquanto maio avançou 1,20%, a 441,75 cents. Segundo relatório semanal do USDA, as vendas líquidas cresceram 99% frente à semana anterior e 6% acima da média das últimas quatro semanas, somando 2.069.600 toneladas. O volume superou as expectativas do mercado e já representa 72% da meta de exportação de 83 milhões de toneladas projetada para a temporada.
 



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