Alta do óleo de soja marca a semana

Ele foi cotado a 61,85 centavos de dólar por libra-peso, avanço de 4,3%

Ele foi cotado a 61,85 centavos de dólar por libra-peso, avanço de 4,3%
Ele foi cotado a 61,85 centavos de dólar por libra-peso, avanço de 4,3% – Foto: United Soybean Board

O mercado internacional de óleos vegetais registrou movimentos relevantes nos preços ao longo da última semana, influenciado por fatores regulatórios, incertezas comerciais e perspectivas para o comércio global das principais commodities do setor. Segundo análise da StoneX, esses elementos contribuíram para sustentar as cotações do óleo de soja, enquanto o óleo de palma apresentou leve recuo no mesmo período.

O contrato de óleo de soja com vencimento em maio de 2026, atualmente o mais líquido, encerrou a semana em forte valorização e foi cotado a 61,85 centavos de dólar por libra-peso, avanço de 4,3%. Entre os principais fatores que marcaram o período esteve o início da aplicação de tarifas globais de 10% pelos Estados Unidos, implementadas na terça-feira, dia 24. A medida trouxe incertezas ao mercado, ao mesmo tempo em que novas especulações envolvendo definições regulatórias nos Estados Unidos ajudaram a impulsionar o sentimento positivo entre os agentes.

Durante a semana, foi confirmado o envio da proposta de RVO para a Casa Branca. Também circularam rumores de que a agência responsável deve estabelecer uma compensação de ao menos 50% das isenções concedidas às pequenas refinarias. As expectativas em torno dessas definições acabaram reforçando o suporte às cotações do óleo de soja no mercado internacional.

No caso do óleo de palma, o movimento foi diferente. O contrato com vencimento em maio encerrou a última semana em queda de 0,91%, com cotação de 1.039,61 dólares por tonelada. A ausência de novos fatores de sustentação e as projeções de recuo nas exportações foram apontadas como os principais elementos de pressão sobre os preços.

Ainda assim, a sequência de fortes altas registrada nos contratos de óleo de soja ajudou a limitar perdas mais expressivas para o óleo de palma, contribuindo para suavizar o movimento de queda observado na commodity ao longo do período.
 



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