DA REDAÇÃO
O presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, negou ter conversado com o governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) sobre a possibilidade de o partido ocupar cargos no primeiro escalão do Governo de Mato Grosso.
Não, nós não fizemos nenhuma conversa nesse sentido. […] Em termos de composição, de espaço, não tem nada
Segundo Max, o único contato recente com Pivetta ocorreu quando o governador ligou para comunicar a escolha de Eduardo Manciolli para comandar a Casa Civil.
“Não, nós não fizemos nenhuma conversa nesse sentido. […] Em termos de composição, de espaço, não tem nada. Ele me ligou somente para comunicar da escolha do Eduardo Manciolli como secretário-chefe da Casa Civil”, disse.
Max afirmou que o Podemos pretende contribuir com a próxima gestão por meio da Assembleia Legislativa, onde terá a maior bancada da próxima legislatura, com seis das 24 cadeiras.
“Nós vamos agregar apoiando, ajudando na Assembleia Legislativa. Nós temos uma grande bancada de deputados, compromissados com Mato Grosso, que vão dar o melhor para o Estado”, afirmou.
Pivetta anunciou que fará mudanças no primeiro escalão para o próximo mandato, de 2027 a 2030. Na terça-feira (13), ao comentar a escolha de Manciolli, o governador confirmou que outras alterações estão previstas, mas não antecipou quais secretarias serão afetadas nem quem serão os novos titulares.
Manciolli é presidente estadual do Republicanos e aliado de confiança de Pivetta. Ele participou diretamente da campanha de reeleição do governador e agora retorna ao primeiro escalão para assumir a articulação política do Executivo com os demais Poderes e entre as secretarias estaduais.
Ele substituirá Adjaime Ramos de Souza, que voltará à função de secretário-adjunto de Relações Políticas da Casa Civil.
Max elogiou a indicação e destacou a experiência de Manciolli na Assembleia Legislativa, onde ele atuou como secretário durante sua gestão.
O deputado afirmou ainda que o novo chefe da Casa Civil poderá contribuir para a interlocução do governo com os parlamentares e para a elaboração de políticas públicas.
“Confesso que foi uma grande escolha, uma boa escolha, uma escolha acertada”, disse.
“Eu tenho certeza que o Eduardo vai conseguir desempenhar um grande trabalho à frente da Casa Civil, ajudando muito na construção das políticas públicas, que são importantes ao governo Pivetta”, afirmou.
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