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“E a você, que votou em mim e sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos”, anunciou. “Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos”, escreveu.
É a terceira vez que os eleitores de Flávio ficam a ver navios.
A primeira foi logo depois de proclamada a vitória de Lula (PT), no domingo do segundo turno. Em um discurso rápido e irritado, Flávio falou da frustração do projeto de poder, mas não fez menção aos eleitores e ao projeto de país que representou.
Depois, num vídeo no dia seguinte, negou que fosse deixar o Brasil e disse que entregaria o passaporte. As duas promessas foram desmentidas pelos seus gestos horas depois.
A carta foi divulgada pelo comentarista Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente militar João Baptista Figueiredo, com o brasão dos “Estados Unidos do Brasil”, usado na época da ditadura militar.

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