Mendonça rejeitou o afastamento de Zanin. Mas foi terrivelmente leal ao ex-chefe ao votar pela suspeição de Moraes e Dino. Voz isolada, não reverteu a goleada contra o padrinho. Mas evitou a unanimidade. Ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Mendonça credenciou-se à toga por serviços prestados previamente. Nunes Marques mostrou que a fidelidade a posteriori é menos garantida.

Até Nunes Marques, a toga '10%', refuga subterfúgios do golpismo
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