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A PEC propõe retirar do Supremo Tribunal Federal (STF) a competência para julgar autoridades por crimes comuns, transferindo esses casos para juízes de primeira instância. A proposta foi aprovada pelo Senado em 2017 e recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em 2018, mas desde então aguarda votação em plenário.
Medeiros defende que a medida visa conter o que classifica como excessos da Suprema Corte. Segundo ele, a aprovação da PEC seria um instrumento para limitar a atuação do Judiciário.
“Não restam dúvidas de que o STF julga com base em seu viés político. Estamos assistindo a uma perseguição a Bolsonaro e a todos que ousam criticar os excessos da Suprema Corte, que deveria se limitar a garantir o cumprimento da Constituição. Mas, infelizmente, o que vemos é um STF onde um mesmo juiz atua como vítima, investigador, acusador e julgador”, afirmou.
O parlamentar argumenta que a imparcialidade da mais alta Corte do Judiciário está sendo questionada e que a aprovação da PEC pode representar uma mudança no cenário político e jurídico do país. Para ele, a medida garantiria o direito à defesa e o contraditório, princípios do devido processo legal que, segundo sua avaliação, estariam sendo ignorados pelo STF.

Após Bolsonaro virar réu por tentativa de golpe, deputado pede urgência na votação de PEC que extingue foro privilegiado
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou um requerimento de urgência na Câmara dos Deputados para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 333/2017, que extingue o foro privilegiado nos casos de crimes comuns, seja incluída na pauta do plenário. A iniciativa ocorre no momento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se torna réu em ação que investiga tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
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