Mauro reconhece empenho de consórcio nas obras do BRT mas evita falar em conclusão do modal até janeiro

O governador Mauro Mendes (União) reconheceu o compromisso do Consórcio Construtor BRT em cumprir o acordo de rescisão amigável e finalizar os trechos iniciados na Avenida do CPA, em Cuiabá. As obras foram na semana passada e, em alguns pontos, equipes trabalham até no período noturno.

Leia também
PT quer Lúdio para deputado federal, mas decisão depende dele: ‘escolha pessoal’
Mendes destacou que o acordo firmado com o consórcio evitou uma disputa judicial e estabeleceu um prazo de cinco meses para a conclusão dos trechos inacabados. Caso o prazo não seja cumprido, uma multa de R$ 54 milhões será aplicada. “Nós fizemos um acordo com a empresa para evitar uma rescisão litigiosa que poderia parar na Justiça e trazer mais prejuízo para todos. Ela tem um prazo assumido de cinco meses para acabar. Senão, volta uma multa gigante para o lombo dela”, afirmou.
Atualmente, o consórcio realiza a concretagem das pistas e a terraplanagem próximo ao Viaduto da avenida Miguel Sutil, enquanto no trecho próximo ao Hospital do Câncer está sendo feito o plantio de grama, além da implantação de ciclovia e pista de caminhada.
Apesar do avanço, o governador evitou se comprometer com um prazo final para a conclusão do modal, mesmo diante da defesa do presidente do Tribunal de Contas (TCE), Sérgio Ricardo, para que as obras sejam finalizadas até janeiro de 2026. Mendes agradeceu o alinhamento com o TCE e a Assembleia Legislativa sobre o modelo de contratação, que prevê a divisão da execução em lotes, permitindo a participação de múltiplas empresas.
“Que bom que o presidente [do TCE] concordou com isso, eu fico feliz. Que bom que a Assembleia, o presidente da Assembleia também concordou. O governo fez um estudo técnico e mostrou que uma contratação partilhada desse momento seria o melhor caminho. Mas nós precisamos da autorização dos órgãos de controle, no caso do Tribunal. E parece-me que eles estão caminhando nessa direção”, declarou Mendes.
O acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e o consórcio foi encaminhado ao TCE e ao Ministério Público. No dia 20, o TCE deu aval com o acordo de rescisão contratual.

Fonte


Publicado

em

por

Tags: