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No requerimento, o autor da moção destaca que a possível condenação de Débora por associação armada por ter apenas passado batom em uma estátua, onde escreveu: “perdeu mané”, tem gerado controvérsia e defende a anistia e ressalta que uma provável condenação dela por 14 anos não justifica.
“A Moção de Apoio apresentada pela Câmara Municipal de Cuiabá destaca a necessidade de anistia para Débora, argumentando que a pena de 14 anos é severa e não se justifica, uma vez que não há evidências de que ela tenha praticado atos violentos ou participado de uma organização criminosa. A Moção reforça a importância de proteger a dignidade humana e a democracia no país, e conclama os colegas a aprovarem a Moção e encaminhá-la às autoridades competentes”, diz trecho da justificativa.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já conta com dois votos a favor da condenação de Débora, dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. O ministro Luiz Fux, no entanto, pediu mais tempo para analisar o caso e suspendeu temporariamente o julgamento.
Débora responde pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
Ao defender uma moção de apoio ao Frei Gilson, Ranalli destaca que a medida é importante devido às manifestações anticristãs e da perseguição que tem sofrido devido ao seu trabalho de evangelização.
Ele destaca que os discursos de ódio vêm de “elementos da esquerda” que tentam associar o frei ao bolsonarismo. Ele disse ainda que a decisão da Casa mostra um posicionamento dos vereadores contra a crescente intolerância religiosa.
“Esquecendo que a defesa da família, da liberdade, da propriedade privada e da pátria é algo inerente à fé e doutrina cristãs. Diante desses fatos, repudiamos veementemente qualquer forma de perseguição religiosa e reforçamos nosso compromisso com a liberdade de expressão e a defesa da fé cristã. Destacamos a importância do trabalho de Frei Gilson para a comunidade cristã e para a sociedade como um todo, reconhecendo sua coragem e dedicação ao evangelho. Em um momento de crescente intolerância religiosa, é fundamental que este tipo de trabalho seja valorizado e respeitado, sem que sua mensagem seja distorcida por aqueles que buscam desacreditar o cristianismo”, defendeu.

Câmara aprova moção de apoio a Frei Gilson e bolsonarista que pixou estátua da justiça
A Câmara de Cuiabá aprovou moção de apoio à cabeleireira Débora Rodrigues Santos, que pichou com batom a estátua da Justiça durante os atos de 8 de janeiro, e ao Frei Gilson da Silva Pupo Azevedo. As votações aconteceram durante a sessão ordinária desta quinta-feira (27). Ambas as propostas foram apresentadas pelo vereador Rafael Ranalli (PL).
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