
Versão oficial do regime dizia que os policiais foram recebidos à bala e que os militantes resistiram à abordagem. No entanto, laudos cadavéricos não encontraram pólvora nas mãos das vítimas, e testemunhas afirmaram que não houve resistência.
Em 2013, a Comissão da Verdade do Rio apresentou conclusões das investigações e revelou que os estudantes foram torturados. “Temos a convicção que o que se passou foi uma execução sumária dos militantes”, afirmou na época o presidente da comissão, Wadih Damous.
Cerimônia faz parte do projeto Diplomação da Resistência. Segundo a USP, a iniciativa tem como objetivo conceder diplomas honoríficos aos 31 estudantes mortos durante a ditadura militar brasileira, a fim de reparar as injustiças e honrar a memória dos ex-alunos.
Deixe um comentário