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“Sim, nós vamos discutir. Há viabilidade para tudo. A coisa está muito incipiente. Ela vai do fim do ano em diante começar a volumar. E há possibilidade, sim. Nós estamos conversando internamente”, afirmou.
A sinalização do MDB afasta a sigla de uma possível aliança com nomes cogitados pelo grupo do governador Mauro Mendes (União), como o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Jayme Campos (União) e o ex-senador Cidinho Santos (PP).
A relação entre o MDB e Mendes já vinha se desgastando desde a exoneração de Luluca Ribeiro, indicado do partido para a Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (Seaf), após a deflagração da Operação Suserano, que investigou um esquema de superfaturamento na compra de equipamentos agrícolas com recursos de emendas parlamentares.
Além desse episódio, as articulações para 2026 também têm afastado o MDB da base do governador. A tendência é que União Brasil e Republicanos sigam alinhados ao PL na disputa.
Em visita a Cuiabá, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que a chapa da direita ao Senado será formada pelo deputado federal José Medeiros e pelo próprio governador Mauro Mendes.
Isso contraria os planos da deputada estadual Janaina Riva (MDB), que desde 2022 manifestou interesse em concorrer ao Senado, abrindo mão da reeleição à Assembleia Legislativa.

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