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Segundo ele, manter uma estrutura que não entrega resultados proporcionais aos gastos é desrespeitar o dinheiro do contribuinte.
De acordo com o governador, a Metamat vinha realizando atividades como a perfuração de poços artesianos a preços elevados, sem justificar a manutenção da estatal.
“A Metamat, se a gente for fazer um balanço do que ela produziu e quanto ela custou, tenho certeza de que qualquer cidadão não vai concordar com isso. Ela estava furando poço artesiano, fazendo alguns trabalhos a um custo muito caro para o cidadão e para a sociedade”, afirmou.
Ele reforçou que a gestão pública tem que ter o compromisso de garantir serviços públicos eficientes e com menor custo, sem que isso represente aumento de impostos.
“Tenho esse compromisso de prestar um serviço eficiente, mas que ele custe menos. Se não tivermos isso como objetivo, vamos cada vez mais ter que cobrar impostos. E tenho certeza que ninguém, absolutamente ninguém, quer pagar mais impostos para custear a ineficiência do poder público”, declarou.
A proposta de extinção da Metamat, no entanto, não é consenso. O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), se posicionou contra a medida. Para ele, o ideal seria fortalecer a autarquia com políticas públicas voltadas à mineração, setor estratégico principalmente para municípios onde o agronegócio não é dominante.
Extinção
No ano passado, o governador anunciou a extinção da autarquia. Em 2019, o Governo já havia sinalizado pela possibilidade de extinção da Companhia, para otimização de recursos públicos e viabilidade econômica.
Na época, foi encaminhado à Assembleia Legislativa um pedido de autorização para a extinção de cinco autarquias, entre elas a Metamat.

Mauro critica gastos da Metamat e justifica extinção: prestava serviços muito caros à sociedade
O governador Mauro Mendes (União) defendeu a extinção da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), alegando que os serviços prestados pela autarquia estavam custando muito caro aos cofres públicos.
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