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Segundo ele, o parlamentar reúne os atributos necessários para disputar o cargo, mas frisou que uma candidatura majoritária não pode ser construída de forma isolada.
A declaração ocorre em meio a articulações nos bastidores após o recuo do empresário Odílio Balbinotti Filho, que chegou a ser apontado como possível nome do partido ao Palácio Paiaguás.
“O Wellington tem todos os requisitos necessários para a candidatura de um governador. Ele está defendendo as pautas da direita publicamente, tem mandato, capacidade de interlocução com os poderes e com a população. Ele pediu esse espaço e recebeu. Agora está construindo sua pré-candidatura”, afirmou.
Apesar de reconhecer a legitimidade da movimentação do senador, Ananias ponderou que uma candidatura ao governo exige articulação mais ampla, envolvendo alianças com outras siglas e setores da sociedade.
“A construção de uma candidatura majoritária não depende só do partido. Ela precisa de vários fatores unidos para acontecer. Não pode ser uma candidatura do “eu sozinho”, do partido sozinho. Precisa ser estadualizada, com base sólida” explicou.
“O Wellington é o maior líder do PL no Estado e tem as características necessárias. Agora, isso depende dele pessoalmente e da articulação com o maior número possível de partidos e segmentos. É isso que vai garantir uma candidatura robusta e capaz de ser vencedora”, acrescentou.

PL abre caminho para Wellington disputar governo, mas reforça: não pode ser uma candidatura do eu sozinho
O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, afirmou que o senador Wellington Fagundes tem espaço dentro da sigla para construir uma pré-candidatura ao governo do Estado nas eleições de 2026.
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