“Em oito anos, Mato Grosso terá a melhor educação pública do Brasil”, afirma Pivetta

O governador em exercício Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que Mato Grosso está no caminho para alcançar a liderança nacional em qualidade de educação pública em até oito anos se houver continuidade na estratégia educacional. Segundo ele, o avanço nos indicadores estaduais, especialmente no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), comprova que a estratégia implantada a partir de 2020 começa a consolidar resultados. 

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“Se continuarmos nesse ritmo, em cerca de seis a oito anos, nós vamos ser o melhor Estado do Brasil em educação pública”, disse o vice-governador, em entrevista ao Olhar Direto. Pivetta destacou que, desde o início da gestão Mauro Mendes (União Brasil), o Estado deixou o 22º lugar no ranking nacional e alcançou a 8ª colocação no Ideb.
Para ele, a trajetória ascendente se deve a um conjunto de fatores: investimentos em infraestrutura escolar, valorização dos profissionais, uso de tecnologia e participação direta dos municípios no planejamento educacional.
“A educação é uma soma de todos esses fatores. A minha contribuição é no planejamento, na definição da infraestrutura escolar do Estado todo, nas ações de valorização dos trabalhadores da educação, na qualificação continuada. Eu dou minha contribuição em todas as áreas”, afirmou.
De colégios integrados à reversão da evasão da educação pública
Entre os marcos recentes, Pivetta destacou a construção de escolas estaduais integradas de tempo integral, como as que já foram entregues em Cuiabá, e anunciou a ampliação da rede ainda neste ano. “Vamos construir mais 30 novos colégios estaduais integrados. Escolas que criam valor na educação”, disse.
Segundo ele, o reflexo direto dessa reestruturação já é visível: “Vimos, já assistimos esse ano, um movimento reverso: o tempo todo se via a evasão dos alunos das escolas públicas para serem matriculados em escolas particulares. E no ano passado já conseguimos constatar um movimento contrário, alunos que saíram das escolas particulares para vir para a escola pública”.
Pivetta também atribuiu o salto no desempenho educacional ao início de uma política estruturada de investimentos a partir de 2020. “A definição de implantação da tecnologia nas escolas, compra de equipamentos, tudo isso começou a acontecer com o governo Mauro. Em 2019, infelizmente, não tínhamos condições de investir em nada. Mas, a partir de 2020, nós começamos a investir de maneira bastante significativa.”
O próximo foco da gestão, segundo ele, é o ensino profissionalizante. “Agora, o nosso esforço vai ser para qualificar os nossos jovens para já ingressar no mercado de trabalho e, com isso, conquistar a liberdade mais cedo, que é importante”, afirmou. “Nós temos um rumo a seguir na educação, da maneira que foi até aqui estabelecido e executado”.
Educação como libertação
Pivetta concluiu a entrevista reforçando sua visão de que a educação tem papel central na emancipação social. “Educação libertadora, porque o que mais aprisiona hoje os brasileiros de todas as gerações é a falta de uma formação, falta de qualificação. Faltam muitos analfabetos ainda, e a educação liberta. É o único caminho, é o único mecanismo público que nós temos para libertar pessoas”.
 

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