Secretário-executivo do ministério da Cultura, Márcio Tavares repudiou a fala de Abel. “A situação não tem cara, tem um fato: o governo do Rio de Janeiro resolveu criar problemas por decisão política”, disse ele em nota. “Os servidores que foram impedidos de fazer a visita voltaram para Brasília depois do trabalho.”
A pasta disse que vai continuar tentando agendar a visita. Em comunicado, o ministério afirma que a sociedade tem cobrado uma destinação para o edifício.
A intenção é criar um centro de memória no local. O imóvel está abandonado desde o fim da ditadura.


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