Leia também
Dilemário aponta que valor de contrato pode ultrapassar R$ 1 bilhão; Emanuel rebate: ‘conta de butiquim’
Embora tenha feito elogios ao nome da médica, o ministro afirmou que essa candidatura pode ser ocupada, por exemplo, por nomes do arco de aliança e até de partidos aliados, mas “sem nenhum tipo de imposição”.
“Ela é um grande nome, é uma médica, uma empresária, uma pessoa muito dedicada, que se apresenta para a política, nós precisamos de pessoas de bem, que se apresentem para a política, mas sem nenhum tipo de imposição. Nós temos outros nomes no arco de alianças e partidos políticos aliados e nós vamos estar discutindo isso na hora certa, no momento certo”, disse nesta segunda-feira (7), em Várzea Grande, no lançamento de entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida.
“É o momento da construção de oportunidades, sem nenhum tipo de imposição. Posso ter certeza que nós temos bons nomes a serem apresentados e nós temos, de forma muito tranquila, conversando internamente, também conversando com a população, para apresentar um projeto robusto, alternativo, de crescimento econômico, mas, fundamentalmente, com inclusão social”, continuou.
Ele destacou que apesar de ser um Estado rico, Mato Grosso ainda comporta “grandes desigualdades”. E esse é um dos problemas que uma eventual candidatura do arco de alianças do PSD deve atacar em 2026, diz Fávaro.
No mesmo evento, a médica afirmou estar pronta para a corrida eleitoral e defendeu uma campanha aberta, focada em combater a polarização política que, segundo ela, cansa a maior parte da população.
Questionada sobre a possibilidade de carregar a bandeira do presidente Lula ou conduzir uma campanha mais aberta nas próximas eleições, Slhessarenko respondeu indicando a segunda opção.
“Uma campanha aberta, trazendo todos para a campanha”, disse, argumentando que a população está exausta da polarização entre direita e esquerda e que deseja por soluções para problemas práticos como saúde, educação, infraestrutura e habitação. “A maior parte da população está com medo, especialmente nós mulheres, de morarmos no Estado, campeão de feminicídio”, pontou.

Fávaro elogia Natasha, mas diz que monitora outros nomes no arco de alianças: ‘é momento de construção sem imposição’
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, admitiu nesta segunda-feira (7) a possibilidade da médica Natasha Slhessarenko ser o nome do Partido Social Democrático (PSD) para concorrer ao governo do Estado em 2026.
por
Tags: