Lula recebe presidente da Indonésia e deve citar caso de brasileira morta

A família acusa o governo indonésio de “negligência” e a empresa de turismo de “descaso”. Juliana ficou quatro dias ferida na encosta do monte até morrer. “Se a equipe tivesse chegado até ela dentro do prazo estimado de 7 horas, Juliana ainda estaria viva”, disse a família.

O resgate do país nega. O corpo da brasileira foi retirado do penhasco após quatro dias de espera e mais de sete horas de operação. Uma equipe de sete profissionais acampou no local para realizar o içamento do corpo.

Defesa do Brics

Os dois também devem debater a agenda do Brics à sombra das ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump. As falas sobre taxar em mais 10% todos os países que negociarem com o bloco econômico se tornou o principal assunto da cúpula, realizada no Brasil nesta semana.

Lula tem refutado as declarações. “Não aceitamos nenhuma reclamação contra a reunião do Brics. Não concordamos quando, ontem, o presidente dos Estados Unidos insinuou que vai taxar os países que negociarem com o Brics”, disse, durante encontro com o presidente da Índia, Narendra Modi, ontem.

A Indonésia é o quarto país mais populoso do mundo e o Brasil quer explorar melhor este mercado: os dois países tiveram um fluxo comercial de US$ 3,8 bilhões em 2024. O Brasil exportou US$ 2 bilhões, com foco em rações animais, açúcares, algodão e cereais e exportou US$ 1,8 bilhão, com ênfase em gorduras e óleos vegetais ou animais, eletroeletrônicos, veículos e borracha.

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